Memórias do Festival

Identidade do festival

18 cartazes do festival mais deliciosos da região.

(18 cartazes entre 2003 e 2020)

Cozinha ao vivo

No Festival do Arroz e da Lampreia, a gastronomia está sempre em destaque. As mãos sábias que guardam os sabores do concelho convivem lado a lado com renomados chefs nacionais e internacionais.

O segredo? O nosso saboroso arroz carolino do Baixo Mondego.

Público é o protagonista do festival

A maratona de arroz doce non stop e o mini chef fez as delícias dos milhares de visitantes do Festival do Arroz e da Lampreia em 2019 e 2020. Recorde aqui alguns momentos destas deliciosas iniciativas…

Reconstituições Culturais

Até chegar à nossa mesa o arroz carolino do Baixo Mondego atravessou décadas de história.

O dia-a-dia das mulheres e dos homens do século passado e as suas vivências merecem a homenagem no Festival do Arroz e da Lampreia com as reconstituições culturais protagonizadas pelos ranchos e grupos folclóricos no nosso concelho.

Festival e publicações de projetos científicos

O Festival do Arroz e da Lampreia é uma refeição completa que sacia corpo e espírito. Ao longo dos anos, o certame gastronómico tem sido palco para partilha de saberes com a edição de diversas publicações.

Festival como espaço de debate

À mesa do Festival do Arroz e da Lampreia conversa-se sobre o arroz carolino do Baixo Mondego e sobre o futuro.

O certame gastronómico tem estimulado o saber e o debate de ideias sobre as diversas vertentes agrícolas e ambientais em torno das culturas do Baixo Mondego.

Sabia que...

As lampreias são ciclóstomos que vivem no mar e, em meados de janeiro, sobem o Rio Mondego para desovar. É nesse percurso que são pescadas pelos pescadores do Baixo Mondego nos seus barcos ou bateiras, feitos em madeira, forrados a alcatrão. Sabia que as redes de pesca também escondem segredos? Veja o vídeo que preparámos para si.

Sabia que...

Todos os anos são cozinhados mais de 1.000Kg de arroz Carolino do Baixo Mondego no Festival do Arroz e da Lampreia?

O cultivo do arroz é uma das principais atividades agrícolas do Baixo Mondego, sendo também responsável pelas belas paisagens, que se vão transformando ao ritmo das estações do ano. No Inverno, os campos de arroz encontram-se em repouso, após a época de colheitas, e é na Primavera, entre março e abril, que tem início um novo ciclo de cultivo do arroz.

Sabia que...

As cegonhas, andam por aí, aos pares, às vezes aos bandos, procurando alimento nos arrozais. São de um único amor na vida, extremosas para os filhotes, lutadoras pela sobrevivência e vizinhas simpáticas, que abalam com o frio, mas voltam sempre na primavera seguinte. Uma cegonha adulta pode medir mais de um metro de altura e pesar à volta de três quilos, chegando as asas a ter dois metros de dimensão. Vivem em campos abertos, nas proximidades de lagos e lagoas, em zonas pantanosas, nas várzeas, nas pastagens e nos arrozais. Procuram alimento nesses ambientes, especialmente em águas pouco profundas, como nos canteiros do arroz, valendo-se das patas compridas e do longo bico avermelhado. Comem pequenos vertebrados, como rãs, cobras e peixes, bem como minhocas, insetos, cigarras e gafanhotos, desempenhando um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas. Como diziam os antigos, as cegonhas são as mondadeiras do campo de arroz.